6º Congresso pode apontar saída para a crise do capital

Rio de Janeiro, 04 de fevereiro de 2026 | Redação CSP-Conlutas RJ

Os cenários do transporte coletivo e da saúde pública no Rio de Janeiro demonstram uma crise sem precedentes. O capitalismo é incapaz de oferecer serviços públicos de qualidade a partir da iniciativa privada. Esse modo de organização caótica da produção dos serviços básicos em uma cidade de sete milhões de pessoas é intolerável.

Manifestação dos trabalhadores da saúde básica do Rio de Janeiro, no dia 02 de fevereiro. Imagem do SinmedRio

A recente interdição das garagens das empresas de ônibus Real e Vila Isabel pela prefeitura agravou a situação dos trabalhadores do setor, que já estavam sem receber suas verbas rescisórias após demissões em massa. Mais de 600 rodoviários, muitos com décadas de dedicação, ficaram desamparados, levando à judicialização da questão e à mobilização de motoristas em manifestações públicas.

Na saúde, a insatisfação também se faz notar com uma nova paralisação dos profissionais da Atenção Primária. Enfermeiros e médicos reivindicam reajustes salariais, pagamento de gratificações e melhores condições de trabalho, relatando anos de defasagem salarial e esgotamento devido à sobrecarga e à falta de insumos. Mesmo durante a greve a prefeitura de Eduardo Paes (PSD) é incompetente para criar uma solução que atenda aos interesses dos servidores terceirizados e da população.

A solução passa pela construção de um programa dos trabalhadores para superar a crise criada pela elite dominante. O 6º Congresso da CSP-Conlutas tem essa possibilidade em seu DNA. Leia mais…

Deixe um comentário