Conflitos armados impõem um peso desproporcional sobre os trabalhadores, que veem sua subsistência ameaçada pela destruição de empregos, pela inflação de bens essenciais e pela precarização das condições de vida. Em meio à instabilidade, são eles que enfrentam jornadas exaustivas, salários corroídos e a angústia constante pela segurança de suas famílias.
A guerra de agressão promovida pelas elites dominantes dos EUA e Israel contra o Irã não atinge apenas territórios e infraestruturas, mas também a dignidade do trabalho, aprofundando desigualdades. Também amplia o sofrimento cotidiano daqueles que dependem do próprio esforço na venda de sua força de trabalho, para sobreviver em todos os cantos do mundo.
Em tempos de escalada militar e guerras, é sempre a classe trabalhadora que paga todos os ônus — e paga mais caro: com o desemprego, o arrocho salarial, a disparada dos preços dos alimentos e da energia, o desmonte de serviços públicos e a insegurança cotidiana que atravessa cada família. Podemos e devemos criar uma alternativa de classe que defenda nossos interesses imediatos e históricos. Leia mais…

Deixe um comentário