6º Congresso pode apontar saída para a crise do capital


Rio de Janeiro, 04 de fevereiro de 2026 | Redação CSP-Conlutas RJ

Os cenários do transporte coletivo e da saúde pública no Rio de Janeiro demonstram uma crise sem precedentes. O capitalismo é incapaz de oferecer serviços públicos de qualidade a partir da iniciativa privada. Esse modo de organização caótica da produção dos serviços básicos em uma cidade de sete milhões de pessoas é intolerável.

Manifestação dos trabalhadores da saúde básica do Rio de Janeiro, no dia 02 de fevereiro. Imagem do SinmedRio

A recente interdição das garagens das empresas de ônibus Real e Vila Isabel pela prefeitura agravou a situação dos trabalhadores do setor, que já estavam sem receber suas verbas rescisórias após demissões em massa. Mais de 600 rodoviários, muitos com décadas de dedicação, ficaram desamparados, levando à judicialização da questão e à mobilização de motoristas em manifestações públicas.

Na saúde, a insatisfação também se faz notar com uma nova paralisação dos profissionais da Atenção Primária. Enfermeiros e médicos reivindicam reajustes salariais, pagamento de gratificações e melhores condições de trabalho, relatando anos de defasagem salarial e esgotamento devido à sobrecarga e à falta de insumos. Mesmo durante a greve a prefeitura de Eduardo Paes (PSD) é incompetente para criar uma solução que atenda aos interesses dos servidores terceirizados e da população.

A solução passa pela construção de um programa dos trabalhadores para superar a crise criada pela elite dominante. O 6º Congresso da CSP-Conlutas tem essa possibilidade em seu DNA. Leia mais…

Mobilização dos petroleiros do Présal garante a força da greve


Rio de Janeiro, 22 de dezembro de 2025. Redação da CSP-Conlutas RJ | Atualizado às 18:35 horas

Imagem da CSP-Conlutas RJ gerada por inteligência artificial

Alta adesão e participação ativa na greve petroleira aponta o caminho da vitória

A greve entre os trabalhadores das plataformas do Présal tem registrado uma adesão expressiva. Mais de 200 trabalhadores solicitaram desembarque nos aeroportos de Maricá e Jacarepaguá. Eles demonstram disposição em participar do movimento grevista. O movimento é liderado pelo Sindipetro-RJ.

Continuidade da paralisação e impasse nas negociações

Após oito dias de paralisação, o movimento segue forte, sem que haja avanços nas negociações com a Petrobrás. Apesar do desgaste, os grevistas mantêm a mobilização e reforçam sua unidade.

Rejeição da proposta rebaixada e fortalecimento da luta

Segundo a diretora Ana Paula Baião, há uma rejeição clara à proposta apresentada pela empresa. Ela destaca a necessidade de fortalecer ainda mais a mobilização. Incentivar a ocupação das unidades e a participação ativa nas assembleias são estratégias fundamentais. Essas ações são essenciais para buscar conquistas históricas para a categoria. Veja mais no “Plantão da Greve”

Leia também sobre a unificação da luta dos trabalhadores petroleiros e os do Correio