Vem aí o VI Congresso da CSP-Conlutas


Rio de Janeiro, 16 de janeiro de 2026.

CSP-Conlutas celebra duas décadas de independência de classe, internacionalismo e muita luta

A CSP-Conlutas inicia o período de pré-congresso do 6º Congresso Nacional, programado para abril de 2026 em São Paulo, celebrando 20 anos de luta e independência de classe. O evento será um espaço decisivo para delegados discutirem políticas e ações da Central diante da conjuntura nacional e internacional, abordando temas como Venezuela, Palestina, Ucrânia, Sudão, Nigéria e precarização do trabalho. A organização do Congresso envolve uma Comissão responsável por coordenar o processo, além da formação de comissões para sistematização e combate a opressões. O pré-congresso é uma etapa crucial de mobilização e debate, reafirmando o compromisso da CSP-Conlutas com a democracia operária e a organização da classe trabalhadora.

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Já está aberto o período de pré-congresso do 6º Congresso Nacional da CSP-Conlutas, principal instância de decisão da Central, que será realizado de 18 a 21 de abril de 2026, em São Paulo, no Clube Guapira, mesmo local do evento anterior.

Mobilização dos petroleiros do Présal garante a força da greve


Rio de Janeiro, 22 de dezembro de 2025. Redação da CSP-Conlutas RJ | Atualizado às 18:35 horas

Imagem da CSP-Conlutas RJ gerada por inteligência artificial

Alta adesão e participação ativa na greve petroleira aponta o caminho da vitória

A greve entre os trabalhadores das plataformas do Présal tem registrado uma adesão expressiva. Mais de 200 trabalhadores solicitaram desembarque nos aeroportos de Maricá e Jacarepaguá. Eles demonstram disposição em participar do movimento grevista. O movimento é liderado pelo Sindipetro-RJ.

Continuidade da paralisação e impasse nas negociações

Após oito dias de paralisação, o movimento segue forte, sem que haja avanços nas negociações com a Petrobrás. Apesar do desgaste, os grevistas mantêm a mobilização e reforçam sua unidade.

Rejeição da proposta rebaixada e fortalecimento da luta

Segundo a diretora Ana Paula Baião, há uma rejeição clara à proposta apresentada pela empresa. Ela destaca a necessidade de fortalecer ainda mais a mobilização. Incentivar a ocupação das unidades e a participação ativa nas assembleias são estratégias fundamentais. Essas ações são essenciais para buscar conquistas históricas para a categoria. Veja mais no “Plantão da Greve”

Leia também sobre a unificação da luta dos trabalhadores petroleiros e os do Correio