8M de luta: Contra o machismo e o imperialismo


Rio de Janeiro, 03 de março de 2026. Às 19:30 h.

No Dia Internacional da Mulher de 2026, destaca-se o agravamento dos feminicídios no Brasil, configurando uma emergência social e política. O 8 de Março é apresentado como data de luta e denúncia diante da violência de gênero.

Todas e todos às ruas. Nesse domingo, dia 08 de março participe da mobilização. Concentração em Copacabana, às 09:00 h, no Posto 03. Imagem: CSP-Conlutas RJ

Estatísticas recentes mostram aumento dos feminicídios e das agressões, evidenciando o perfil das vítimas e a gravidade do problema.

Casos reais ilustram a brutalidade dos crimes e refletem falhas na proteção, gerando sofrimento e indignação social.

A insuficiência das políticas públicas do governo Lula, baixo investimento, execução limitada do orçamento e falta de prioridade na agenda agravam o que já é ruim.

O ataque imperialista dos EUA e Israel contra o Irã, iniciado em 28 de fevereiro, trata-se de mais uma série de crimes contra humanidade. As trabalhadoras e trabalhadores devem se unificar política e militarmente para derrotar os bilionários que enriquecem com as guerras.

A CSP-Conlutas faz um chamado geral a participação nas manifestações do 8 de Março. Todas e  todos às ruas para denunciar a violência contra a mulher, exigir políticas públicas do governo Lula e rechaçar o imperialismo e o extremo liberalismo mundial. Atividades de convocação das manifestações e da luta em defesa da vida da mulher estão ocorrendo em diversas bases de categoria essa semana. A essa devem se somar a denúncia das guerras provocadas pela classe dominante. Também expressar de todas as formas a solidiariedade a mulheres e homens trabalhadores do Irã. Convocar as estadunidenses e israelistas para se mobilizar e derrotar as elites que dirigem seus países. Essa tarefa é de todos nós!

Todas e todos às ruas

Nesse domingo, dia 08 de março participe da mobilização.

Concentração em Copacabana, às 09:00 h, no Posto 03

O 6º Congresso da CSP-Conlutas vem aí


Rio de Janeiro, 31 de janeiro de 2026.

Imagem da CSP-Conlutas

Cenário Internacional: Imperialismo e Conflitos

O início de 2026 é marcado por intensos conflitos e agressões do imperialismo, especialmente dos Estados Unidos, que invadiram a Venezuela, sequestraram o presidente do país e passaram a chantagear o regime latino-americano. Além disso, os EUA ameaçam governos europeus ao declarar a intenção de anexar a Groenlândia mediante força militar. Paralelamente, mantêm o genocídio em Gaza e na Cisjordânia, ameaçam bombardear o Irã e continuam a lucrar bilhões de dólares com a guerra na Ucrânia.

Decadência do Capitalismo e Impactos Globais

Esses acontecimentos ilustram a decadência do capitalismo contemporâneo, no qual interesses econômicos e estratégicos prevalecem sobre a soberania dos povos. As diferentes burguesias internacionais assistem preocupadas ao avanço das ações militares e à escalada dos conflitos, fatores que ameaçam diretamente a estabilidade da produção mundial. Soma-se a esse contexto o controle social exercido por meio de ataques brutais aos direitos humanos.

Imagem da CSP-Conlutas

Brasil: Ataques à Classe Trabalhadora e Resistência

No Brasil, o governo de Lula (PT) e sua Frente Ampla promovem ataques à classe trabalhadora através do arcabouço fiscal, ao mesmo tempo em que destinam milhões de reais aos bolsos dos milionários. Apesar disso, as mobilizações populares têm potencial para derrotar medidas como a escala 6 x 1, buscando a redução da jornada de trabalho sem diminuição salarial. Persistem ainda possibilidades de revogar as reformas trabalhista e previdenciária, com o objetivo de restaurar direitos retirados pelo governo e pelo Congresso corrupto.

Mobilizações e Greves Regionais

No Rio de Janeiro, os profissionais da saúde básica organizam uma greve para o início de fevereiro. Em Belo Horizonte, os trabalhadores terceirizados da educação básica mantêm sua luta, assim como aconteceu com os petroleiros e os trabalhadores dos correios. Nesse contexto de mobilização, será realizado em abril o 6º Congresso da CSP-Conlutas, reafirmando o papel das lutas sociais no cenário nacional.

O 6º Congresso pode construir um programa e plano de ação que ajude o país sair da crise criada pela classe dominante. Um programa que aponte a unidade da classe trabalhadora em todos os lugares do mundo para a superação do capitalismo. Esse modo de produção e distribuição das riquezas empurra todas as formas de vida à barbárie, a guerra e a extinção da vida na forma como a conhecemos.

Segue o link do Panflêto de nosso Bloco Classista, Operário e Popular – Um Instrumento que orientamos ser utilizado nas bases, nas convocações das assembleias de eleição de delegados, delegadas e observadores ao 6o Congresso da CSP-Conlutas:

Acesse aqui o Panfleto do Bloco

Viva o 6º Congresso

Viva os 20 anos da CSP-Conlutas

Vem aí o VI Congresso da CSP-Conlutas


Rio de Janeiro, 16 de janeiro de 2026.

CSP-Conlutas celebra duas décadas de independência de classe, internacionalismo e muita luta

A CSP-Conlutas inicia o período de pré-congresso do 6º Congresso Nacional, programado para abril de 2026 em São Paulo, celebrando 20 anos de luta e independência de classe. O evento será um espaço decisivo para delegados discutirem políticas e ações da Central diante da conjuntura nacional e internacional, abordando temas como Venezuela, Palestina, Ucrânia, Sudão, Nigéria e precarização do trabalho. A organização do Congresso envolve uma Comissão responsável por coordenar o processo, além da formação de comissões para sistematização e combate a opressões. O pré-congresso é uma etapa crucial de mobilização e debate, reafirmando o compromisso da CSP-Conlutas com a democracia operária e a organização da classe trabalhadora.

Clique aqui e veja todas as informações sobre como cadastrar sua assembleia para eleger os representantes de sua entidade sindical ou popular.

Já está aberto o período de pré-congresso do 6º Congresso Nacional da CSP-Conlutas, principal instância de decisão da Central, que será realizado de 18 a 21 de abril de 2026, em São Paulo, no Clube Guapira, mesmo local do evento anterior.

Governo Lula e Petrobrás a serviço do lucro do capital


Rio de Janeiro, 11 de janeiro de 2026 | Redação Rio de Janeiro

A exploração de petróleo na Bacia da Foz do Amazonas revelou-se um risco iminente, culminando em um incidente grave na madrugada do último domingo, dia 4. Durante a perfuração do poço FZA-M-59, conhecido como “Morpho”, a Petrobras detectou um vazamento de fluido. Este acidente ocorreu pouco mais de dois meses após a estatal obter uma licença controversa para operar na região, aprovada apesar da forte oposição de órgãos técnicos, movimentos indígenas e quilombolas. Leia matéria completa aqui.