Entre os dias 30/06 e 02/07, em assembleias, os trabalhadores embarcados decidiram realizar uma greve de advertência da Permissão de Trabalho (PT) por 24 horas, começando à meia-noite de segunda-feira (06).
A greve de advertência é uma reação direta à rigidez e à demora da gestão da Petrobrás, que não cumpre os compromissos do ACT e desconsidera a carta assinada ao final da campanha salarial.
A empresa não avançou na reversão dos desimplantes, com nenhum caso revisto em Búzios, mantém novos funcionários trabalhando embarcados em postos fixos sob regime administrativo sem a regularização adequada e exames para mudança de função, além de violar o Acordo Coletivo ao não implantar profissionais que já atingiram a média de 10 dias embarcados por mês.
Diante da ausência de prazos ou progressos reais por parte da Petrobrás, a mobilização no Offshore agora se transforma em greve de Permissão de Trabalho. Leia mais…

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