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Escala 14×21: um direito que a Petrobrás se recusa a conceder

Imagem da CSP-Conlutas RJ.

O desenvolvimento tecnológico acumulado por mais de 80 séculos de relações econômicas e sociais permite uma extração de petróleo nas profundezas do Pré-sal sem sacrifícios extremos para a espécie humana. Ocorre que a ganância dos capitalistas não permite o usufruto do legado tecnológico dos dias de hoje. Sua ganância ameaça a vida de milhares de trabalhadores na expropriação cada vez maior de riquezas para quem já é rico. Além de melhores salário é necessário mais tempo de repouso remunerado para os funcionários da Petrobrás. Essa condição tem que ser compatível com os lucros recordes da petrolífera.

Por que lutar pela escala 14×21?

Imagem SINDIPETRO-RJ

A luta pela escala 14×21 se justifica por três razões fundamentais. Primeiro, saúde e segurança: a redução drástica da fadiga física e mental, ao garantir três semanas de folga para cada duas embarcado, diminui significativamente o risco de acidentes industriais. Segundo, a medida gera mais empregos, pois exige a criação de um 5º turno de revezamento, criando novos postos de trabalho imediatos no setor de óleo e gás. Terceiro, promove isonomia real, assegurando direitos iguais para riscos iguais e acabando com a divisão discriminatória entre crachás verdes e terceirizados. Uma divisão injusta entre efetivos e precarizados.

O que o Sindicato denuncia?

O Sindicato denuncia que autonomia administrativa para aplicar a escala imediatamente aos terceirizados, mas escolhe rebaixar direitos para inflar os dividendos dos acionistas privados. Além disso, a gestão tem atacado o Acordo Coletivo de Trabalho (ACT) com desimplantes arbitrários de pessoal e tentativas de trocar folgas físicas por pagamento de horas extras.

Baixe aqui o boletim do SINDIPETRO-RJ

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Uma publicação de responsabilidade da CSP-Conlutas RJ. Textos, avaliações, denuncias e políticas que ajudem as trabalhadoras e trabalhadores no movimento sindical, popular e contra as opressões capitalistas