Nesse texto analisamos criticamente a narrativa sobre o suposto fechamento do Estreito de Ormuz pelos Estados Unidos, caracterizando-a como um ato de ilusionismo político e midiático. Sustentamos que o estreito nunca esteve totalmente bloqueado e que a medida prejudica sobretudo aliados dos EUA dependentes do fluxo de petróleo.
O contexto apresentado descreve uma guerra considerada ilegal e não declarada dos EUA e de Israel contra o Irã, com ataques que teriam causado grande número de vítimas civis e a destruição de infraestruturas essenciais. Como resposta, o Irã teria imposto um embargo parcial ao Estreito de Ormuz, mantendo a circulação para países aliados ou não hostis, mediante cobrança de pedágios.
Destacamos ainda impactos globais severos, como a elevação dos preços do petróleo, riscos à segurança marítima, inflação, crises nas cadeias de suprimento. Também possíveis consequências alimentares globais. Ressalta-se também que a Marinha dos EUA não teria capacidade de impor efetivamente um bloqueio militar no Golfo Pérsico, fato supostamente omitido pela imprensa ocidental. Qualquer proximidade com o território iraniano significaria risco de ataques.
Por fim, enfatizamos a soberania territorial do Irã e apontamos as contradições das ameaças de bloqueio, que poderiam levar a uma recessão mundial caso fossem levadas às últimas consequências.
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